Operação da balsa no Rio Piquiri entre Francisco Alves e Terra Roxa deve iniciar nesta quinta-feira, informa Dnit

Travessia deve funcionar inicialmente por 12 horas diárias, com possibilidade de ampliação para 24 horas

Operação da balsa no Rio Piquiri entre Francisco Alves e Terra Roxa deve iniciar nesta quinta-feira, informa Dnit
Operação da balsa no Rio Piquiri entre Francisco Alves e Terra Roxa deve iniciar nesta quinta-feira, informa Dnit
Operação da balsa no Rio Piquiri entre Francisco Alves e Terra Roxa deve iniciar nesta quinta-feira, informa Dnit
Operação da balsa no Rio Piquiri entre Francisco Alves e Terra Roxa deve iniciar nesta quinta-feira, informa Dnit Operação da balsa no Rio Piquiri entre Francisco Alves e Terra Roxa deve iniciar nesta quinta-feira, informa Dnit Operação da balsa no Rio Piquiri entre Francisco Alves e Terra Roxa deve iniciar nesta quinta-feira, informa Dnit

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) informou que assinou, nesta terça-feira (06), o contrato para a operação da travessia por balsa no Rio Piquiri, na BR-272, entre os municípios de Francisco Alves e Terra Roxa.

O serviço será mantido até a conclusão das obras de recuperação da ponte interditada no local.

Segundo o órgão, a travessia será gratuita e garantirá o fluxo de veículos e pedestres sobre o Rio Piquiri, ligação fundamental também entre os municípios de Guaíra e o noroeste do Paraná.

A medida tem caráter emergencial e busca reduzir os impactos causados pela interdição da ponte na rotina da população e no desenvolvimento regional.

De acordo com o superintendente do DNIT no Paraná, Hélio Gomes, a previsão é que a balsa entre em operação já nesta quinta-feira (08). Inicialmente, o serviço funcionará por 12 horas diárias, com possibilidade de ampliação para atendimento 24 horas em até dez dias, conforme a demanda e os ajustes operacionais.

A ponte foi interditada em setembro após a identificação de rachaduras em alguns pilares de sustentação. Desde então, motoristas que precisam acessar Guaíra ou a região são obrigados a realizar um desvio considerado extenso. “Hoje, para chegar até Guaíra é necessário fazer um desvio muito grande, e a balsa vai facilitar bastante esse deslocamento”, destacou o superintendente.

Com a interdição, o trajeto alternativo aumenta em cerca de 80 quilômetros a viagem, afetando diretamente moradores, trabalhadores, estudantes e também o turismo regional, especialmente em períodos de férias, já que Guaíra é um dos principais polos turísticos do Oeste do Paraná.

Fonte Denit e Noroeste on line

Redação própria

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